14.12.09

"O TEMPO DAS INCERTEZAS" - CL Francisco Amaral Jorge



Com a presença de CCLL do Clube e do Distrito 115CS, para além dos membros da família e amigos, procedeu-se ao lançamento do livro "... O tempo das incertezas" do nosso CL Francisco Amaral Jorge. Este nosso Companheiro, Lion exemplar e dedicado, Past-Presidente do Clube e membro de sucessivas Direcções, forjou, na provação da grave patologia que o atingiu há cerca de dois anos, esta obra de grande sensibilidade e qualidade literária.

Aqui vos deixamos alguns excertos das palavras que proferiu aquando do lançamento:

Este livro (e não as palavras ou poemas) começou a ganhar forma há cerca de dois anos, num tempo em que iniciei um combate pela vida e onde as palavras que hoje partilho com todos foram, muitas vezes, não só o refúgio para a dor e para as incertezas mas também, e acima de tudo, para as alegrias, para o amor, para a amizade e para a festa da vida.

A sua publicação foi um compromisso que assumi quando comecei a sentir que estava a sair vitorioso desta luta.
Este livro, como tudo na vida, nasceu do amor. Do amor que faz milagres e dá sentido e razão à vida.
O facto do título aparecer na contra-capa deve-se, antes de mais, a uma sugestão do editor, mas também porque quis que o livro reunisse 3 cadernos que marcam períodos diferentes da escrita e da vivência.
O primeiro caderno e que acabaria por ser o título em contra-capa “ DOS DIAS PASSADOS NAS MARGENS DA VIDA OU O TEMPO DAS INCERTEZAS”é o caderno onde aparecem as dúvidas, as incertezas, as interrogações … mas também, a esperança: “Mesmo quando sofremos e sabemos/ não existir o amanhã/ teimamos em acender fogueiras nas esquinas do tempo/ Que rio é este que nos alimenta?”; é o caderno (como aliás em todos) onde se canta a vida, o amor e a amizade que nos alimentam todos os dias. “És tu amiga que povoando o meu pensamento/dás-me a espada de combate a estes medos/ para dormir sereno sobre as feridas ainda abertas”; É o caderno onde quis sublinhar que nunca houve em mim o sentimento de revolta pelo que me aconteceu: “Por isso não me revoltei/nem nunca me revoltarei contra os deuses/pelo que me deram …Continuarei apenas/a semear esperança para que nasçam sorrisos em todas as manhãs do mundo”.
Como dizia Randy Pausch “Não podemos escolher as cartas que nos são distribuídas, a nossa liberdade reside em saber jogá-las.”
Um outro caderno a que chamei “ POEMAS ARRANCADOS À MEMORIA”.
Este caderno refere-se a um tempo em que num encontro com a história assisti e participei no nascimento de um País, ANGOLA. Poemas como “CACONDA 87” ou “CHIPINDO” são apenas dois exemplos da violência de uma guerra. Mas, para além desta guerra, e como digo num poema dedicado às crianças/pioneiros, também sabia que “Era outro o vento/ Era outro o perfume / que vinha das anharas” (zonas de savana com vegetação própria). Nesses tempos, em que várias vezes fui confrontado com a violência da guerra, recordava uma frase de John Steinbeck, prémio Nobel da Literatura em 1962 “O nascimento de um País é muitas vezes como um parto: é acompanhado de sangue e dor.”
Não resisto a contar um dos muitos episódios de guerra a que assisti e desde já peço que me perdoem a violência destas imagens. Numa das viagens regulares que fazia aos Municípios, na qualidade de responsável pela educação e membro do Governo Provincial, deparei com uma aldeia que tinha sido alvo de um ataque. A aldeia estava quase completamente arrasada. De repente, ouvimos um choro de criança que vinha de uma cabana ainda em fumo. Era uma criança agarrada ao seio da sua mãe já morta.
Um caderno a que chamei “DO MAR E DOS JACARANDÁS”. Um caderno onde o mar, que marcou a minha infância, está presente “…cresci brincando no dorso de todas as gazelas/ sedentas de luar e ébrias do vermelho do entardecer. …Mas foi lá/ entre o deserto e o mar/ que ficou meu coração.” Um caderno onde aparecem as “palavras” que foram nascendo e crescendo ao longo destes anos. Um caderno onde aproveitei para responder a um amigo que dizia que só apreciava os versos com rima e por isso lhe disse: “ O meu poema não tem rima/ apenas o ritmo do bater do coração…O meu poema caminha pela noite/ alimenta-se das estrelas” ;
Um caderno onde surgem inquietações sociais: “…parte para os bairros dos que moram abraçados ao vento / e para além das pétalas semeia em cada lágrima o trigo das nossas estrelas e aos sem-abrigo que encontrares …Tira do teu coração todo o amor que vivemos e aquece os seu braços / para que não tenham medo / de olhar o futuro”.
Um caderno com os sabores e as imagens de uma terra distante. ANGOLA: “Ficou-me dos teus lábios o sabor agridoce das pitangas” ou “sobre o salto ágil da gazela percorri a loucura mágica dos teus seios /e Nas dunas inquietas do Namibe afoguei a sede da tua boca laranja.”
Novamente a presença das “gazelas” que por várias vezes aparecem na minha escrita. Para quem já assistiu a um bailado destes animais no deserto, ao pôr-do-sol, sabe o que quero dizer.

(...)Obrigado meu Deus, obrigado meu “Enigma do Universo” tu tornas-me melhor cada dia que passa e mais forte para as lutas ainda por travar,

13.12.09

Natal na Região D

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Com uma extraordinária afluência realizou-se a Festa de Natal da Região D.
A nossa 8ª AG deste AL desenrolou-se igualmente nesta encontro magnífico, tendo estado presentes todos os Clubes das Divisões 7 e 8, com excepção do LC do Funchal e do LC Lisboa Norte, nosso Clube afilhado.


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5.12.09

LC Alvalade - Aniversário - Visita da Governadora

No dia 4 de Dezembro, dia de Aniversário da outorga da Carta Constitutiva ao nosso Clube, celebrou o LC Alvalade um seu Aniversário. Porque o nosso Clube celebrou este ano o Aniversário da Fundação (em Outubro) pôde estar presente no Clube a que pertence a nossa Presidente de Divisão 8, CL Maria Helena Cunha. O nosso Clube esteve representado pelo VDG Pierluigi d'Avila, pela Presidente CLMJ Maria Teresa d'Avila, pelo Vice-Presidente Rumina Diniz e sua mulher, p+elos CCLL António e Maria Cecília Sancho e André Levy.

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27.11.09

LC Lisboa 7 Colinas

A 26 de Novembro, no 3º Ano do simpático Clube Lisboa 7 Colinas, num jantar que reuniu algumas entidades lionístcas de relevo e vários Clubes da capital, procedeu-se à admissão de 9 novos sócios, resposta ao lema do actual Presidente Internacional Eberhard Wirfs "Move to Grow"
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25.11.09

24 de Novembro 2009 - 7ª AG - Aristides de Sousa Mendes - o seu código de ética

47 participantes, incluindo CCLL dos LLCL Lisboa Alvalade, Lisboa Centro, Lisboa Monsanto, Lisboa 7 Colinas, Lisboa Tejo, Cascais Cidadela, Oeiras, Oeiras Tejo a companharam o nosso Clube na nossa 7ª AG em que foi admitida uma nova sócia, a CL Evelyn Houard.  Foi palestrante a CL Miriam Assor, do LC Lisboa Alvalade. A comunicação foi muito apreciada e muio vivo o debate que se seguiu. Aqui se reproduz o texto da intervenção, gentilmente cedido pela CL Miriam Assor:

"Estimada Companheira Teresa d' Avila,
Estimados Companheiros,
Muito sensibilizada pelo gentil convite que tanto me honra.
Palestrar neste digníssimo Lions Clube Lisboa Mater, o primeiro Clube da Península ibérica, fundado por um corredor de ilustres; Amadeu Gaudêncio, Bellard da Fonseca, João de Korth, Luís Loura, Luís Lupi, Pereira de Oliveira e o meu tão saudoso amigo Sam Levy, fará parte do meu mestrado de vida lionistica.

O meu querido e saudoso pai ensinou-me que a memória é o ventre da alma e que a ética é o epicentro da civilização. Pessoa, ou país, sem este par de valores está mutilado. Falta-lhe o braço do respeito. A mão da eternidade. Corações assim, não vivem. Apenas respiram.
Os gregos chamaram “Casa da Alma” à ciência da moralidade; Saber de conduta cuja pretensão alegórica é a Felicidade, essa ventura suprema que não consiste nos prazeres, nas riquezas, nas honras e nas vénias despropositadas, mas na vida virtuosa. A Ética é, indubitavelmente, o bailado perfeito entre a virtude, justiça e prudência, aperfeiçoada pelo hábito no seu exercício pleno e orientada por um fim, um bem. Ao lado da metafísica e da lógica, um comportamento ético não pode ser descrito de forma simplista. Não será considerado o que é “Bom” para o próprio indivíduo. Obviamente. Mas para a sociedade. A definição do “Bom” previsto pela Filosofia encarado não como sendo o inverso do mal acata a universalidade dos princípios éticos versus “a ética da situação”. Com atenção concluiremos que tudo o que está certo ao alcance da consciência no devido momento e no clarão do imprevisto depende das circunstâncias e não de qualquer lei geral. Mais: a bondade é determinada pelos resultados da acção ou através dos meios pelos quais os efeitos são alcançados em plenitude.

Sabemos; o homem vive em sociedade, convive com outros Homens e, portanto, cabe-lhe pensar e responder à seguinte pergunta: “Como devo agir perante os outros?”. Trata-se de uma pergunta fácil de ser formulada, mas difícil de ser respondida. E é esta a questão central da Moral e da Ética. Se a dificuldade teórica alcança tacões altos de solução, na prática será, para a maioria, um firmamento inatingível. O código de ética de este nosso preclaro movimento de pessoas que se propõem, sem fins políticos ou religiosos, promover os princípios éticos, o bem-estar da colectividade e o congraçamento universal, é leal à "Ética a Nicômano", essa bela obra Aristotélica. Um Companheiro Lion não precisa de mudar a sua conduta para abraçar o Lionismo, considerado por Winston Churchill como “a mais brilhante ideia de todos os tempos". Se o abraço vem sincero e sentido significa que, antes da oficialização, já tinha adoptado tal direcção. O Companheiro apenas intenta aperfeiçoar-se para assim aperfeiçoar a humanidade.

Aristides de Sousa Mendes não pertenceu a nenhum Clube Lion. Não há registo que prove, sequer, a sua microscópica ligação burocrática ao Lionismo. Mas quem conhecer o código de ética que rege esta nossa querida e admirável casa e a senda ímpar de Aristides Sousa Mendes ficará surpreendido. Poderá, inclusive, desconfiar com tamanha coincidência existente entre um homem e um conjunto de regras espirituais: “Construir e não destruir. Servir e não servir-se. Decidir contra mim mesmo no caso de dúvida quanto ao direito ou ética de meus actos perante o meu próximo. Ajudar ao próximo, consolando o aflito, fortalecendo o débil e socorrendo o necessitado”. As referidas frases foram concebidas para toda a criatura e, sabemos, infelizmente, são poucas, quando verificamos as acções no mundo, aquelas que conseguem, podem, e querem, na pior das hipóteses, as seguir. E não só. É urgente não nos abstrair da ocasião, do momento em que desperta, nasce, renasce a atitude ética. Dirão os básicos: a função de um cônsul é ser porta-voz do seu governo e do seu país em terras estrangeiras, não importa que tipo de governo ele representa, democrata ou ditatorial. Segundo a ética kantiana o dever do Homem está acima do seu bem-estar. Emanuel Kant garante que a única coisa passível de ser considerada boa sem restrições é a noção de boa vontade exactamente por consistir na maneira de diferenciar uma acção boa de uma acção má. Ao ir contra uma decisão governamental da qual era porta-voz, Aristides de Sousa Mendes deixou de ser ético para com o governo do seu país e passou sê-lo para com a humanidade, o que prova que nem sempre as morais vigentes que formam os conceitos da ética como ciência são dignas do género humano.

A coragem é, disse Aristóteles, a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras. Aristides de Sousa Mendes teve coragem, coração e consciência em horas de tempo veloz de covardia, dias e dias de crueldade e anos de cegueira. E alma viva que assim se comporta ultrapassa a duração da civilização. É a eternidade humana numa estação secular. A sua decisão excede o limite mortal. Mais forte do que quatro mundos reunidos está a acção de Aristides de Sousa Mendes, arquitecto da benovolência que edificou justiça. A História, a História que dói, tratada sem cerimónia, escrita a tinta e nunca a lápis, entoa um hino. O diplomata. Ninguém por mais abnegado e filantropo que fosse repetiu o seu gesto. Ele. Só ele. E não um exército. Ou uma multidão. Caros Companheiros, foi um homem e não mil homens que executaram a maior operação de salvamento durante o Holocausto. Aristides de Sousa Mendes. Figura de casta irrepreensível, vaticinador que anteviu a decapitação da complacência, digno diplomata português que, em 1940, exercia as funções de cônsul de Portugal em Bordéus, obedeceu à moral e aos valores que regem a parede mestra da vida e rejeitou a delinquente Circular 14 - o ignóbil despacho assinado por Salazar, emitido a 11 de Novembro de 1939 - que, sem prévio aval oficial, não autorizava os consulados a ceder vistos a quem estivesse no gatilho nazi. Expedida 41 dias após a invasão hitleriana à Polónia, a sentença era rigorosa e cirúrgica; sem consultar o MNE, os cônsules de carreira estavam proibidos de conceder vistos consulares a estrangeiros de nacionalidade indefinida, contestada ou em litígio, aos apátridas, aos portadores de passaportes Nansen, aos russos e àqueles que apresentassem nos seus passaportes qualquer sinal de não poderem regressar livremente ao país de onde provinham; aos judeus expulsos dos países da sua nacionalidade ou daqueles de onde vinham. A 24 de Maio de 1940, a ditadura paria outra luz negra;Circular 12, que continha instruções incongruentes sobre a concessão de vistos. Trasladava a vontade e a desumanidade de não permitir aos refugiados a permanência em Portugal. No mesmo dia que Paris era avassalada pelas tropas sanguinárias de Hitler, a 14 de Junho de 1940, Salazar teima e expede a circular 23, a directriz que vinha inflamar ainda mais a aflição dos refugiados: os vistos de trânsito por trinta dias só podiam ser dados aos refugiados que possuíssem bilhetes de transporte para fora de Portugal e um visto de entrada num país de destino. O significado de esta manobra era demasiado claro para que o Cônsul não o percebesse: aparentemente, Salazar procurava impedir que os refugiados ficassem em Portugal; na prática, o número de refugiados que pudesse adquirir e apresentar, na babel de um país em guerra em plena derrota, como era o caso da França em 1940, bilhetes de transporte para fora de Portugal, seria certamente ínfimo: estava-se perante uma sentença de morte.

Aristides de Sousa Mendes pediu e pediu autorizações, mas nenhuma solicitação sua foi aceite. Começou por assinar passaportes a casos pontuais e sempre repreendido com ameaças de ser deposto das funções. O medo nos heróis, esses mortais que estão acima do momento, não faz casulo. Mais elevado do que o peso da sua numerosa família e das intimações manhosas disciplinares estava a angústia da imensidão de refugiados, que, amargurados, aguardavam o milagre nas imediações do consulado português em Bordéus. Durante três noites e dois dias de Junho de 1940 retirou-se no seu quarto. Reflectiu. Rezou. Não saberemos. Antes do terceiro Sol se pôr saiu dos seus aposentos um homem de meia idade cujos cabelos enbraqueceram. A natureza não tinha percebido a velocidade da decisão. E o milagre lúcido, vindo de uma providência de bondade e bravura, aconteceu. Aristides de Sousa Mendes, profeta de uma bíblia por editar, passou vistos. E vistos. E vistos. Podia, finalmente, ter pensado nos seus 14 filhos. Podia ter sido igual a todo o pai. Podia ter pensado na mulher. Podia pensar em si mesmo. Mas não. Saiu da cidade. Dirigiu-se à fronteira. A sua caneta cumpria a sua moral. Salvar. Salvar rimou, rima com a coragem de escapar ao álibi miserável da disciplina burocrática para colocar a sua vida ao serviço de uma opção ética.

Que ninguém duvide: Aristides Sousa Mendes estava longe de ser um opositor ao salazarismo, o diplomata que o destino colocou na História como Cônsul em Bordéus era um conservador, um homem de família e de princípios cristãos tradicionais – talvez o paradigma daquilo que o regime tinha por seus apoiantes mais óbvios. Tudo isto, todo este perfil conservador de Aristides Sousa Mendes, só torna mais heróica a sua posterior opção de ruptura, não com um regime que ele nunca terá contestado, mas com uma filosofia comportamental que esse mesmo regime destilou como doutrina estratégica de oportunidade. O caso de Aristides Sousa Mendes é uma história notável que acarreta importantes lições de ética deontológica, a qual nos coloca perante a necessidade de ver o mundo através do prisma dos princípios, subalternizando pontualmente a mera obediência burocrática, que é o refúgio triste onde muitos atenuam a cobardia de uma decisão que pressentem errada. A acção de Aristides tem corrente sanguínea das excepções. Homem que sofreu o choque emocional de uma situação de tragédia e, num instante de grande angústia, decidiu colocar-se do lado do que entendeu ser uma leitura ética, a qual, em face da sua formação humanista, assumia uma preeminência perante a fria lógica subjacente às ordens que recebia.

Aristides de Sousa Mendes não foi Lion, mas ao praticar a frase intemporal celebrada em Sanhedrim, 37, Talmude; quem salva uma vida é como se tivesse salvo a humanidade, teve alma que se comportou como um Companheiro no céu da perfeição. "

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23.11.09

16º Aniversário LC Lisboa Belém

Realizou-se mais um aniversário do LC Lisboa Belém, o 16º. Foi uma celebração participada por 120 CCLL e seus convidados, com a admissão de mais um Companheiro. A DG Tiete Santos Costa fez a visita oficial ao su Clube. Do noso Clube estiveram presentes o VDG Pierluigi d'Aila e a nossa Presidente.
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17.11.09

Magusto na APPACDM

No passado dia 14 de Novembro realizou-se o tradicional Magusto promovido este ano pelo nosso Clube e pelo Lions Clube Almada Tejo. Partilharam estes momentos de companheirismo e solidariedade CCLL do LC Lisboa Belém - a nossa querida Governadora Tiete e seu marido CCE Carlos Santos Costa e CCLL do LC 7 colinas - VDG Raul Basto de Almeida e CL Maria Helena. Os Clubes presentes trouxeram convidados que fizeram que neste Magusto se fizesse casa cheia. Procedeu-se a sorteio de quadros pintados e boneca produzida e oferecida por Ana, mulher do nosso CL Etelberto Costa. Do almoço e sorteio se angariaram cerca de 1300€ que reverteram a favor da APPACDM.
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8.11.09

47ª Aniversário LC Figueira da Foz, Clube afilhado - Jornadas lionísticas

No passado dia 7 de Novembro realizaram-se com grande brilhantismo Jornadas lionísticas, organizadas pelo CL Figueira da Foz, que celebrou nesse dia, com Jantar de Gala no Salão do Casino, seguido de Espectáculo, o seu 47ª Aniversário, Sendo nosso Clube afilhado, o Clube em actividade mais antigo, estiveram presentes os nossos CCLL VDG Pierluigi d'Avila, a nossa Presidente e o Vice Presidente José Rumina Dinis e sua mulher Maria Francisca. O dia começou com a visita ao Museu do Sal seguido de almoço, no primeiro dia do "Festival das Enguias", momentos de amizade e são companheirismo que muito gratificaram participantes e organizadores.
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4.11.09

Reunião de formação lionística

A 3 de Novembro, em pleno Outono, realizou-se nas instalações da Cimpomóvel, gentilmente cedidas pelo nosso CL Manuel Patrício, Tesoureiro do nosso Clube neste AL, uma reunião de formação. O nosso Companheiro PID Rui Taveiraestabeleceu um clima muito agradável, provocando o interesse nos CCLL, com maior ou menor antiguidade no Clube, que intervieram questionando, afirmando, opondo os seus pontos de vista. A reunião culminou com um almoço de trasbalho que se tornou instrumento de fortalecimento de laços de amizade entre os CCLL e dinâmica para acções futuras..
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1.11.09

19º Aniversário LC Almada Tejo

A 30 de Outubro celebrou-se o 19º Aniversário do LC Almada Tejo. Foi seu Clube padrinho o LC Santa Joana Princesa, nosso Clube afilhado. Assim com todo o carionho saudámos os nossos "netos" e convidámo-los a fazermos dos nossos Magustos, agendados para o mesmo dia, uma grande Festa de Companheirismo, a favor dos meninos da APPACDM. A CL Maria Antónia Mil-Homens, Directora Social do Clube anfitrião, tomou a peito o desafio e... conseguiu. O próximo Magusto contará com os dois Clubes organizadores que aqui convidam todos os Clubes de Lisboa e os Clubes nossos irmãos da margem Sul. LC do Seixal já disse presente! Do nosso Clube estiveram presentes o VDG Pierluigi d'Avila e a Presidente.
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24.10.09

21º Aniversário LC Santa Joana Princesa - D115CN

O LC Santa Joana Princesa é Clube afilhado LC Lisboa Mater! O PID Rui Taveira, nosso Companheiro é seu padrinho físico. Também o VDG Pierluigi e a Presidente  do nosso Clube estiveram presentes retribuindo a presença amiga e carinhosa do DG Gaspar Albino. O amor ao lionismo, uma dedicação e abnegação pessoal seguindo o sonho da DG Claudette que tão cedo partiu, fizeram deste Homem ícone de sensibilidade e galhardia, que tão bem cabem neste código de ética que queremos ser também nosso. Aqui fica a homenagem singela do Lisboa Mater nestas imagens simples, tomadas entre sorrisos e saudade, matizadas pela cultura funda de quem no traço único a resume.
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45º Aniversário LC Coimbra

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O LC Coimbra festejou o seu 45º Aniversário com uma AG muito participada com CCLL de todo o D115CS que se tinham reunido de manhã em mais uma reunião do Gabinete. A celebração contou com a visita oficial da DG Tiete Santos Costa. De salientar a entrada de quatro jovens novas sócias e dois jovens novos sócios, que atestam o vigor e empenhamento lionístico deste Clube. Estiveram presentes os CCLL do nosso Clube Azevedo e Silva, Pierluigi e Maria Teresa d'Avila. No final do almoço um grupo dirigiu-se ao monumento Lion que ornamenta uma das modernas rotundas de Coimbra.


Realizou-se em Coimbra a Reunião do Gabinete do D115 CS. Os membros do Gabinete tiveram um Autocarro Lions que levou muitos e muitas CCLL até à cidade do Mondego. Estiveram presentes os CCLL VDG Pierluigi d'Avila, PDG Azevedo e Silva e a nossa Presidente Maria Teresa d'Avila, Acessora do Gabinete para a Mulher e Desenvolvimento da Família.

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23.10.09

56º Aniversário - Festa comemorativa

Celebrámos o 56º Aniversário do Clube, celebrámos o 56º Aniversário do Lionismo em Portugal. Este ano celebrámos também e pela 1ª vez, os 50 anos de lionismo ininterrupto do CLMJ Wolfgang Bühler. Associaram-se a estes eventos cheios de significado e repercussão no País e além fronteiras os Lions Clubes nossos afilhados da Figueira da Foz, de Oeiras, de Setúbal, de Aveiro - Santa Joana Princesa, Lisboa Tejo. Esteve também connosco o Lions Clube de São Miguel, Açores, Clube geminado. Estiveram igualmente connosco o Lions Club de Turim Cittadella através do seu Presidente Pier Paolo Peracchino, Cascais Cidadela, Funchal, Lisboa Belém, Lisboa Benfica, Lisboa 7 Colinas, Parede, Ílhavo e Guimarães. Esta festa, AG do Clube, teve visita oficial da Governadora Tiete Santos Costa que se fez acompanhar por seu marido CCE Carlos Costa. Estiveram presentes manifestando o apreço que têm pelo nosso Clube a CC Teresa Gama Brandão e seu marido e o DG D115CN Gaspar Albino, oriundo do nosso Clube afilhado Santa Joana Princesa. Estiveram connosco os PCC Andrade e Silva (LC Oeiras) e João Russo (LC Figueira da Foz)e PDG Fernando Barros (LC Parede).
Esta festa teve como objectivo principal a recolha de fundos para as crianças vítimas da catástrofe de Aquila e ainda a viver em tendas nessa região.
Get Back the Beatles Tribute abrilhantou a festa com 90 m de recriação fiel do famoso conjunto dos anos 60, muito apreciado por veteranos e jovens participantes do evento.
O nosso Companheiro PID Rui Taveira foi inexcedível na condução da AG.
Os apoios da Siemens, Grupo Pessoas&Soluções, Fundação Diogo d'Avila, Antena 1, Casino do Estoril e RR foram essenciais para o bom êxito da iniciativa. Um agradecimento bem sincero aos CCLL que acreditaram ser possível realizar esta Grande Festa Lions e que, mesmo doentes ou forçadamente ausentes, para ela quiseram contribuir.
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Fotos gentilmente cedidas por Reportagens Alarcon

4.10.09

Visita ao Canadá - Club Lions Laurentien


De forma inesperada, mas com grande satisfação, encontrámos no Quebeque o Clube Lions Laurentien. O seu Presidente, Jacques Rouet e sua mulher Sabine, recebeu-nos na sua casa juntamente com os membros do seu Clube com quem partilhámos o suculento churrasco.

A acompanhar a Presidente do Lisboa Mater, Isabel Soares dos Santos, filha do nosso CLMJ António Picanço dos Santos. O PCC Ross Chicoine foi quem gentilmente se ofereceu para levar as duas portuguesas à casa dos anfitriões, o que fez fazendo-se acompanhar de sua mulher.

Com grande simplicidade mas com grande calor humano e transparecendo verdadeiro espírito lionístico de partilha, fomos tecendo laços de companheirismo e sã amizade como bem recomendam os Objectivos do nosso movimento.


27.9.09

I Reunião do Gabinete - DM115

A 26 de Setembro realizou-se no Luso a 1ª Reunião do Gabinete do DM 115 com a tomada de posse dos membros que o compõem. Esta Reunião, presidida pela Presidente do CNG, CC Teresa Gama Brandão decorreu com grande participação dos membros do Gabinete. O nosso Clube tem três membros neste Gabinete, a saber: PID Rui Taveira, com várias Assessorias, VDG Pierluigi d'Avila, pertencente ao Conselho e a Presidente do Clube , Assessora para o Desenvolvimento da Mulher e da Família.
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27.7.09

D115 CS - 1ª Reunião do Gabinete

Realizou-se em Lisboa, no passado dia 25 de Julho, a 1ª Reunião do Gabinete do D115 CS presidida pela Governadora Tiete Santos Costa,
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15.7.09

LC Lisboa Tejo - 15º Aniversário - Clube Afilhado

No passado dia 14 de Julho celebrou-se o 15º Aniversário do LC Lisboa Tejo. Estiveram presentes 10 sócios e sócias do nosso Clube e respectivos cônjuges. Estiveram presentes os Padrinhos físicos PID Rui Taveira e Manuel Tenreiro.
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14.7.09

1ª Assembleia Geral - AL 2009/2010


Clube de Empresários - Lisboa
Terça-Feira 14 de Julho de 2008

Caros Companheiros e Companheiras,
As responsabilidades do nosso Clube são grandes. Foram-no sempre, desde a primeira hora, hora que coincidiu com o abrir de Portugal a uma nova dimensão, de novo mais universal, de novo mais acolhedor e compassivo.
Este tempo, que é o nosso, é tempo de grandes desafios, epidemias e catástrofes de mãos dadas com a derrocada de sistemas financeiros corruptos e corrompidos. Estes tempos incitam-nos a procurar e sustentar as obras que necessitam o nosso apoio:
• As crianças desprotegidas, doentes, diferentes – assim as aldeias SOS, a Casa Sol, a APPACDM
• Os idosos, carenciados de bens e de sorrisos – a residência dos velhinhos de Campolide é um raro exemplo do que faz a solidariedade sem subvenções nem apoios estatais
Os Hospitais serão sempre objecto da nossa atenção e do nosso apoio.
Mas como chegaremos nós, que somos só 44, veteranos e recém-chegados, a apoiar efectivamente e com continuidade estas obras?
Renovando o nosso Clube, reflectindo nas necessidades da Comunidade em que estamos ou nos queremos inserir, interessando a geração dos filhos e dos netos, não nos resignando a perder 7 dos 18 clubes que fizemos nascer.
Temos de nos abrir aos Clubes que nos são vizinhos, convidando e frequentando, ensinando e aprendendo como bem definem os nossos objectivos lionísticos.
O Torneio de Golfe Sam Levy, o Projecto Lions Guide transportam-nos a outros universos e dão corpo ao entusiasmo e criatividade dos nossos membros mais jovens.
Há que acreditar que as comissões que agora se constituem vão efectivamente funcionar.
Vamo-nos conhecer melhor e encontrar na amizade e são companheirismo a alavanca da renovação e da afirmação dos valores.
O plano de actividades que irão receber dentro de dias procurará dar corpo a estes projectos.
É um desafio encontrarmo-nos ao leme, sem esquecermos que a bússola que nos orienta nos chega através das estruturas bem concebidas pelo pragmatismo anglo-saxónico que as organizou.
Vamos ao encontro dos Clubes que criámos, dos Clubes com quenm nos geminámos. A evolução das tecnologias da Comunicação e da informação permitem-nos, hoje, alcançar o mundo e ser por ele alcançado.
Convosco, caros Companheiros e Companheiras, a nave chegará sã e salva a bom porto.

CLMJ Maria Teresa d’Avila
Presidente

1.7.09

Transmissão de Funções - 26 de Junho 2009

Palavras da Presidente CLMJ Maria Teresa d’Avila AL 2009-2010
Uma saudação muito especial às entidades presentes no nosso Clube – Past Director Internacional Rui Taveira, Governador Cipriano Pinto, Past Governadores Trindade Martinez e Azevedo e Silva, Presidentes dos Clubes que hoje nos visitam, já past Presidente Carlos Macedo, Caros Companheiros e Companheiras, ilustres convidados.
Sinto-me extremamente honrada com A CONFIANÇA em mim depositada pelos Companheiros e Companheiras do meu Clube ao elegerem-me por unanimidade e à equipa que propus, para o desempenho de leader do Clube Lisboa Mater para o ano de 2009/2010. De facto o nosso Clube conta já uma longa História. A caminho dos seus 56 anos de vida deu ao lionismo aquém e além fronteiras 17 Clubes dos quais 10 mantêm a sua vitalidade e são motivo de orgulho para o Clube padrinho. Sempre se ouviu dizer que o Mater não queria abdicar da condição inicial de Clube masculino, a exemplo dos Clubes anglo-saxónicos que ainda pontificavam no início do sec.XX. Mas os tempos mudaram e o lionismo, a maior ONG do mundo, sempre soube ler os sinais dos tempos. De facto, o primeiro Clube, que remonta a 1917, era composto por homens de negócios, a exemplo de Melvin Jones, que celebramos como o Pai do lionismo. Mas na verdade nos próprios Estados Unidos, berço do lionismo e sede do Movimento Internacional de Lions Clubes, o negócio das PME está maioritariamente nas mãos de empresárias e, no seu conjunto, o volume de negócios gerado é superior às dez maiores multinacionais de origem americana. Tais dados são anteriores ao colapso registado nos últimos meses, trazendo à cabeça a própria General Motors. Quer isto dizer que os géneros se completam e que do seu trabalho em harmonia dão testemunho os milhares de Clubes disseminados pelos 5 continentes. O Lions Clube de Lisboa, tradicionalmente apelidado de Mater, reconhece que paternidade requer maternidade, que a matriz é necessariamente feminina e que todos ganhamos, Companheiros e Companheiras neste entrelaçar de géneros.
Chamando os jovens, filhos e netos de Companheiros, criando presença na Net, reformulando e enriquecendo a nossa NEWSletter electrónica. Mas estudando as origens e aprendendo com os nossos veteranos o que quer dizer ser lion. O tempo presente, de grave crise financeira, mas sobretudo de valores, é o tempo para nós. A comunidade necessita sobretudo da nossa visão, estratégia e apoio. E nós dizemos PRESENTE. E estamos felizes por sermos co-fundadores do Instituto Lion para a Visão e a Diabetes. O projecto Lions Guide, iniciado no nosso Clube no AL que ora finda certamente se articulará com ele. As parcerias são inspiração e necessidade para este nosso mundo que sofre. Uma palavra de apreço aos Companheiros e Companheira da nova Direcção que aceitaram prontamente e com grande generosidade o convite que lhes fiz.
Também há 41 anos, numa cerimónia idêntica de Transmissão de Funções (então denominada de poderes) dois novos sócios com mesmo apelido Avila, foram recebidos no Clube pelo então Presidente Trindade Martinez – eram eles Manuel e Jorge d'Avila, respectivamente meu Pai e meu tio. Hoje temos entre nós um seu neto, que muito profissionalmente nos assessora na imagem. Também ele é filho de lion – o past-presidente do Clube Fernando Bivar Weinholtz.
Veteranos e jovens membros do Clube são a esperança da nossa vitalidade. Todos temos o mesmo lema : We serve – Nós servimos.
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21.6.09

APPACDM - Sardinhada

Como é já longa a tradição, mais uma vez o Clube se deslocou à Quinta dos Inglesinhos para partilhar com os jovens da APPACDM, o seu Presidente, Eng. António Cortesão e outros membros da equipa pedagógica, alegres momentos de alegre.convívio. O produto da refeição , juntamente com o sorteio realizado, reverteu integralmente para a instituição
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8.2.09

Festa da Paz

No passado dia 7 de Fevereiro realizou-se a Festa da Paz, iniciativa do nosso Distrito, cuja responsabilidade recaiu este ano no Assessor para o Cartaz da Paz, CL Armando Inocentes, do LC do Seixal. A festa, cujos principais protagonistas são as crianças dos 11 aos 13 anos foi um êxito. A comprová-lo fica este slide show elaborado pela CLMJ Maria Teresa d'Avila, Assessora Distrital para os Problemas das Crianças.
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29.1.09

CASA SOL

No passado dia 27 de Janeiro os CCLL Pierluigi e Maria Teresa d'Avila foram visitar a CASA SOL, Instituição que apoia as crianças portadoras de HIV. A CLMJ Maria Teresa foi na dupla qualidade de Acessora do D115 CS para os Problemas das Crianças e de 2ª Vice Presidente do nosso Clube, acompanhada pelo Presidente da Região D nosso CL Pierluigi Chiodaroli d'Avila. Aqui fica o registo desses momentos que marcaram os nossos Companheiros tão profundamente.
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27.1.09

VIII Trofeu de Golfe Sam Levi


No passado dia 25 de Janeiro realizou-se mais um Torneio de Golfe - o VIII Troféu de Golfe Sam Levy - cuja receita reverteu a favor da Liga dos Amigos do Hospital Egas Moniz. Apesar da tremenda ameaça de chuvadas e mau tempo generalizado, foi um êxito. O valor de 3000€ foi entregue ao Presidente da Associação AHEM, nosso CL Manuel Patrício